Tribunal decidiu que não houve a prática de improbidade administrativa na aquisição de 500 carteiras escolares pela prefeitura. O Tribunal de Justiça decidiu que não houve a prática de improbidade administrativa na aquisição de 500 carteiras escolares pela prefeitura de Sapé na gestão de Maria Luiza do Nascimento. Segundo a denúncia do Ministério Público Estadual, a prefeitura não teria realizado procedimento licitatório para a compra das carteiras, além do que o valor teria sido bem superior ao preço de mercado, o que causou um prejuízo ao erário na ordem de R$ 32.160,00. Examinando o caso, o Tribunal de Justiça entendeu de absolver a gestora, uma vez que "não restou comprovado as ilicitudes da ausência de licitação e da existência de superfaturamento, em que pese ter havido acórdão do TCE que constatou irregularidade no procedimento licitat...