Pular para o conteúdo principal

Mariana Rios tira “sarro” do Bolsa Família e é detonada pelos fãs

A atriz Mariana Rios causou polêmica no dia de ontem (17), ao postar uma foto com o seu amigo Caio Castro, com quem atuou no início da carreira em “Malhação”, na Globo. Ela publicou um comparativo dos dois antes e agora, em 2017.

No entanto, o mal estar aconteceu por causa da legenda, quando ela resolveu fazer uma piada com o programa governamental Bolsa Família. “Sem Bolsa Família/ Com Bolsa Família”, escreveu ela abaixo da foto, se referindo a aparência antiga.

Mas muita gente achou a brincadeira sem graça e resolveu detonar a atriz. “Nem se o bolsa família fizesse isso com os pobres. Foi infeliz na legenda”, disse uma. “Gosto tanto de você! Mas esse seu comentário me decepcionou”, disse outra fã.

“Legenda de gente que nunca passou necessidade e vive às custas do sarcasmo dos próprios fãs, que aplaudem os trabalhos deles!!”, criticou um terceiro seguidor. (TV Foco)


Comentários

As Mais Visitadas

Corinthians monta mosaico 3D para celebrar o hexa brasileiro antes do clássico

Corinthians monta mosaico 3D para celebrar o hexa brasileiro antes do clássico BRASILEIRÃO O clássico deste domingo contra o São Paulo marcou o primeiro jogo do Corinthians como campeão oficial do Campeonato Brasileiro 2015. E para comemorar o hexa nacional, o alvinegro, jogando em casa, ergueu um gigantesco mosaico em 3D nas arquibancadas da Arena Corinthians para recepcionar os atletas e festejar o título. Mas como tudo que está ligado ao novo hexacampeão sempre acirra ânimos de torcedores e dos 'antis', como o Corinthians chama os adversários, a arte dividiu opiniões nas redes sociais. Paineis brancos erguidos pela própria torcida traziam a palavra Hexa separada por um brasão erguido por cabos de aço descendo do teto da arena. Segundo imagens que vazaram na internet durante os ensaios, o emblema deveria mesmo ficar pela metade. Mas para alguns internautas, a "arte" ficou incompleta. Da Redação Via: UOL Esportes

Super Sam: a crítica social em Chapolin Colorado, em 1973

Além de satirizar os heróis norte-americanos, Chapolin trazia uma grande crítica social da América Latina. Afinal, ele era um herói “sem dinheiro, sem recursos, sem inventos sensacionais, fraco e tonto”, nas palavras do seu próprio criador. Mas por outro lado, mesmo sendo um grande covarde, o Chapolin também é valente por ser capaz de superar seu medo para ajudar a quem precisa. No seriado, a hegemonia dos países industrializados no mundo subdesenvolvido é simbolizada por meio de Super Sam, interpretado por Ramón Valdéz. O personagem é o paradigma do poderio norte-americano: uniforme semelhante ao do Superman, com direito ao famoso símbolo no peito do traje azul, e cartola com as cores da bandeira estadunidense. Como nunca fora chamado para ajudar alguém, suas aparições na série eram fruto da intromissão nas ações do Chapolin. Enquanto o herói mexicano tem sua marreta biônica como arma, o Super Sam carrega consigo "a arma mais poderosa" (um saco de dinheiro) e diz “Time i

De acordo com a CBF o Estádio O Tadeuzão em Sapé/PB é municipal

A Diretoria de Competições da CBF concluiu o Cadastro Nacional de Estádios de Futebol (CNEF) 2016. É um raio-X do cenário brasileiro, que tem 790 locais de disputa catalogados pela entidade. O documento de 97 páginas tem detalhes como a localização, proprietários, capacidade, iluminação e a ficha de cada estrutura. A Região Sudeste tem 260 estádios, sendo 132 municipais, 125 particulares e três estaduais. O Nordeste vem na sequência, com 241. O Sul conta com 144 e o Centro-Oeste com 85. Já a Região Norte tem 60. A maioria dos estádios (59,2%) é administrada pelos governos municipais. Os particulares preenchem a segunda maior fatia: 34,4%. Os estaduais são 5,9% e os federais apenas 0,5%. O cadastro inclui lugares que recebem jogos recreativos, amadores e profissionais em todas as esferas de organização, seja a partida menos expressiva de um campeonato municipal à final do Brasileirão. Por isso, esse relatório tem números curiosos, como os índices de estádios com (64%) e sem (36%) ilu