O pequeno munícipio de Mari, localizado na zona da mata paraibana, é bastante conhecido por sua política "fervente" o ano todo. No momento o munícipio passa por constantes problemas administrativos, o munícipio que têm o comando do prefeito Marcos Martins, que na soma geral, está gerindo há mais de uma década o pequeno munícipio.
Nos últimos dias parte da imprensa chapa-branca local, têm publicado um cenário para "inglês ver" na tentativa de levantar o marketing pessoal do atual gestor mariense. Aproveitando-se de imagens e discusos sem contextos para promover interesses da administração, com matérias "positivas" de casos negativos.
A gestão do prefeito mariense têm sofrido rejeição recorde, considerada por populares como a pior gestão de todos os tempos. Suas sucessivas trocas no comando dos cargos de alto escalão, têm perdido o padrão "um marco no trabalho" do passado.
Episódio sem nexo igual esse na cidade Mari-PB, permite uma verdadeira avalanche nos fatos, ludibriando uma população mal instruida, que têm "obrigação" de ler e acreditar na imprensa chapa-branca.
A delação da Odebrecht tem um índice de 11 páginas que se refere a mais de 1.048 delas, nas quais são descritas 256 condutas ilícitas da empresa. As informações constam em documento do Ministério Público Federal tornado público na Justiça do Paraná nesta sexta-feira (20). “Não há qualquer dúvida sobre a extensão e a relevância da colaboração a que se dispõe a empresa, restando, assim, preenchido um dos principais requisitos – se não o principal – para a homologação de um acordo de leniência”, afirma o MPF. Ao detalhar as 1.048 páginas de delação e as mais de 256 condutas ilícitas, o Ministério Público informava à Justiça que a 5ª Câmara de Coordenação e Revisão homologou o acordo de leniência da Odebrecht, trazendo efeitos para as ações cíveis. Em relação às ações penais, o acordo de leniência ainda depende, contudo, da homologação do juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato na primeira instância. G1
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