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Mari - Professores lutam por melhores condições e mais valorização da classe

Em Mari/PB, professores lutam por melhores condições e mais valorização da classe, os professores, começaram uma paralisação no último dia 6 de maio e deve se estender até à tarde de hoje(8). A classe luta por mais dignidade e respeito à educação e aos educadores.

Veja às reivindicações:

- Alterações da data base para janeiro, de acordo com o ARTIGO 5° da LEI 11.738/2008;
- Ajuste da carga horária de 25hs para 30hs com efeito retroativo em cumprimento à LEI 11.738/2008, bem como, o pagamento das horas trabalhadas e não pagas pela edilidade.
- Ajuste da carga horária de acordo com § 4° do ARTIGO 2° da mesma LEI ("Na composição da jornada de trabalho observar-se-à o limite máximo de 2/3 da carga horária para o desempenho das atividades de interação com os educandos");
- Reajuste de 15% do piso salárial dos professores;
- Reformulação do PCCR (LEI 519/2008)
- Incorporação das gratificações (Progressões Funcionais) ao vencimento;
- Pagamento de 100% nas dobras de carga horária.

Na última sessão realizada na Câmara Municipal, na manhã do dia(6), os professores sofreram mais uma decepção, o projeto de aumento, sequer entrou em pauta, e ainda não receberam nenhuma contra proposta por parte do chefe do executivo. Apenas a comissão, e o presidente do Sindicato do Servidor, foram recebidos pelo presidente da Câmara, o vereador Edvaldo Martins, que se encarregou de conversar com o chefe do executivo. Lembrando que Edvaldo, tem até hoje(8), para a resposta, prazo estipulado pela categoria. A comissão ainda recebeu a visita do advogado da prefeitura Dr. Erick, na sede do Sindicato, onde ouviu da comissão, "que o interesse não é só o aumento".

O prefeito Marcos Martins, na semana anterior, realizou o pagamento com o aumento de 4% sem sequer ser aprovado pelo poder Legislativo.

Em conversa ontem(7), com a professora Marineide Martiniano, uma das que estão à frente da comissão, que nos disse: " Estamos nos reunindo diariamente, segunda teremos expediente normal e às 17:00hs da mesma segunda, faremos nossa assembléia. Caso até a realização da assembléia não chegar a nenhum denominador comum, deflagramos a greve por tempo indeterminado" afimou a professora.

Esperamos que o chefe do executivo , se torne sensível, e cumpra com o seu papel, e der diguinidade à mãe de todas as profissões.

Por: Aldoberg Ivanildo da Silva

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