Pular para o conteúdo principal

Mari/PB: Na terra dos Luna Freire reina os Martins

A história de Mari-PB entrelaça-se à saga da família Martins. Essa oligarquia política configura-se com "status" na vida pública do município desde os anos 60, com a entrada do patriarca no espaço público. Começa assim, a trajetória do poderio dos Martins em Mari, que condensa-se no espaço e no tempo. O Poder político desta família assume relevância significativa ao traçar junto com a história da cidade, uma trajetória política de dominação e monopólio iniciada por um patriarca e seguida pelos seus descendentes. Esse grupo compõe o cenário político Mariense e impõe nele suas características e influências, obtidas a partir de grandes estratégias.
A família Martins detém todos os espaços em Mari; no executivo, legislativo, secretárias, sindicato, além dos aspectos, informacionais e estruturais do município.
O interesse da família Martins no Poder, a fez se destacar das outras, politicamente, onde o objetivo primordial é está sempre centrado na permanência e na dominação do poderio Municipal.
Constata-se que Mari é comandada oligarquicamente pelo grupo Martins e seus "associados", e que os mesmos estão presentes em todas as instâncias políticas. É percebido que os Martins têm um poderio de dominação cultural, social e político, sobre a cidade e sua população. No entanto, percebe-se que existe uma fragmentação dessa família, sendo que este fato é um meio estratégico para se manter no Poder. Assim, o monopólio dos Martins em Mari configura a abrangência e a autoridade desta família no espaço dos Mariense, perpassando o tempo e perturando até os dias atuais.

Aldoberg Silva

Foto: Marcos Martins/atual prefeito de Mari/PB

As Mais Visitadas

Vergonha do que fizeram com Fábio Assunção

(Ou, sobre empatia, compaixão, solidariedade). (Fabrício Carpinejar)Fiquei chocado com os vídeos do ator Fábio Assunção estirado no chão e preso em viatura em Arcoverde (PE). Pasmo não por aquilo que ele fez, fora de si, mas pelo deboche de todos à volta, sóbrio e serenos, com consciência para ajudar e que não demonstraram nenhum interesse para socorrer e amparar alguém claramente necessitado e com dificuldades de se manter em pé e articular um raciocínio lógico. Em vez de ajudar, ridicularizavam o profissional em uma fase difícil da vida e apenas aumentavam a sua agressividade. Quem aqui já não bebeu além da conta e falou bobagem? Atiçar um bêbado é armar um circo de horrores, é se divertir com o sofrimento alheio, é renunciar à educação pelo bullying anônimo e selvagem de massa. Onde está a compaixão do país? O que identifico é que torcemos pela queda de nossos heróis, pelo fim de exemplos. Odiamos silenciosamente aquele que alcança o sucesso. E permanecemos à espreita, como urubus …

Prefeitos baianos do PMDB, DEM e outras siglas fazem fila de quase uma hora para tirar selfies com Lula

Ontem (19) pela manhã, o petista participou de um evento com mais de 60 prefeitos de cidades do interior baiano. Na plateia havia políticos de partidos como PMDB e DEM, que apoiaram o Senado investigasse a ex-presidente Dilma Rousseff e integram a base do governo Michel Temer. Quem via de longe pensava que as filas próximas ao palco para tirar uma selfie com Lula era da comunidade local, mas eram compostas na realidade por gestores das mais variadas correntes.Apesar das críticas de Lula ao atual presidente Michel Temer, os prefeitos formaram uma fila de quase uma hora para tirar fotos com o petista. Um prefeito do PMDB que pediu para não ter o nome divulgado explicou tanta admiração. Segundo ele, Lula é muito admirado no Nordeste e pode ser um grande cabo eleitoral para 2018.Lula usou um palavrão para criticar a situação econômica do País. "Este País é grande demais. Este País não nasceu para ser a m. que é", disse o ex-presidente que logo em seguida tentou se desculpar. &qu…

Mari e Sapé na PB; universitários revelam situação do transporte municipal para as faculdades

Revista Páginas - Universitários da cidade de Mari e Sapé, ambos localizados na zona da mata da Paraíba, que necessitam utilizar os ônibus que as prefeituras dos municípios citados acima disponibilizam não estão nada satisfeitos. Por meio das redes sociais os estudantes denunciam a situação precária do serviço oferecido.Foto 1: Alunos da cidade de Mari.Segundo relatou a universitária Marcela Monteiro em seu perfil no Facebook, ela foi "obrigada" a fazer o trajeto de ida e volta para João Pessoa, dividindo a poltrona com outros dois colegas. Não há acentos disponível para a demanda. A universitária revelou que a secretária de educação foi procurada e não conseguiu uma solução para o problema. Foto 2: Alunos da cidade de Sapé.Na cidade de Sapé, cerca de 20 alunos são transportados em pé todas as noites, no ônibus que os levam para a IESP Faculdade. Conforme escreveu nas redes sociais Quelfn Antônio ao esplanar o problema. "Risco de quedas e de se machucarem, sem contar co…