Pular para o conteúdo principal

ESCOLA JOSÉ PAULO DE FRANÇA APRESENTA DADOS ÚTEIS À POPULAÇÃO EM RELAÇÃO A CAGEPA DE MARI

A Escola José Paulo de França, situada na cidade de Mari,  Zona da Mata Paraibana,  vem realizando  um importante  trabalho  social  na  cidade.  Desta feita, a Escola, pensando na situação de alarme sobre a escassez de água em todo o mundo, trás para a população, informações de utilidade pública, obtidas através  de  uma  entrevista  realizada  pelo  professor  Júnior  Angélico  e  uma equipe de alunos do Turno da Tarde, com o diretor da Cagepa de Mari, sobre as condições do abastecimento de água para a nossa cidade:

Entrevista

1. De onde vêm as águas de Mari? Qual a porcentagem que se encontra?

R: As águas vêm da Barragem de São Salvador, vai para a cidade de Sapé e é tratada na própria cidade. Atualmente o nível da barragem encontra-se numa situação “maravilhosa”, a falta de água ainda não é problema para a nossa cidade.

2.. Para onde os carros pipa estão levando a água de Mari?

R: Estão sendo entregues em sítios de algumas cidades, tais como: Araruna, Belém, Solânea, etc.

3. Qual a capacidade de cada carro pipa? Quantos vêm por dia? Quantas viagens eles fazem?

R: Variável entre 8 e 12 mil litros. Entre 80 e 100 carros diariamente, dando duas viagens cada carro pipa.

4. É cobrado algo para abastecer os carros pipa?

R: É pago pelo Governo Federal e fiscalizada pelo exército.

5. Quantos funcionários trabalham na CAGEPA de Mari?

R:  4  Operadores,  3  Agentes  de  Manutenção,  1  Agente  Administrativo  e  1 Coordenador.

6. Qual a capacidade em Litros da Caixa D’água que armazena a água da cidade?

R: 700.000 litros de água com gasto diário da cidade de 4 à 5 caixas d’água.

Via: Mari Notícias

As Mais Visitadas

Vergonha do que fizeram com Fábio Assunção

(Ou, sobre empatia, compaixão, solidariedade). (Fabrício Carpinejar)Fiquei chocado com os vídeos do ator Fábio Assunção estirado no chão e preso em viatura em Arcoverde (PE). Pasmo não por aquilo que ele fez, fora de si, mas pelo deboche de todos à volta, sóbrio e serenos, com consciência para ajudar e que não demonstraram nenhum interesse para socorrer e amparar alguém claramente necessitado e com dificuldades de se manter em pé e articular um raciocínio lógico. Em vez de ajudar, ridicularizavam o profissional em uma fase difícil da vida e apenas aumentavam a sua agressividade. Quem aqui já não bebeu além da conta e falou bobagem? Atiçar um bêbado é armar um circo de horrores, é se divertir com o sofrimento alheio, é renunciar à educação pelo bullying anônimo e selvagem de massa. Onde está a compaixão do país? O que identifico é que torcemos pela queda de nossos heróis, pelo fim de exemplos. Odiamos silenciosamente aquele que alcança o sucesso. E permanecemos à espreita, como urubus …

De volta ao Brasil colonial (4)

(Fragmento do artigo de João Sicsú   disponível no site da CartaCapital)"Mais que o governo, o Estado se torna autoritário e violento. Todas as instituições que outrora deveriam constituir uma república democrática se voltam contra os trabalhadores. A Justiça, o governo, o Congresso, as polícias e os grandes meios de comunicação estarão todos a serviço da nova Coroa e contra os trabalhadores. Os cargos de comando nessas instituições são ocupados majoritariamente por integrantes de famílias tradicionais e conservadoras da elite local. E essa elite se desdobra para favorecer a nova Coroa e seus próprios interesses (de poder e patrimoniais).A elite colonizada se revela sem qualquer discrição: rouba, forma quadrilhas, paga e recebe propina, não atende necessidades básicas da população, saqueia o orçamento público e elimina direitos sociais. O Estado democrático, prestador de serviços e garantidor do bem-estar social desaparece. O Estado volta a ser autoritário, violento e perde a fu…

Mari e Sapé na PB; universitários revelam situação do transporte municipal para as faculdades

Revista Páginas - Universitários da cidade de Mari e Sapé, ambos localizados na zona da mata da Paraíba, que necessitam utilizar os ônibus que as prefeituras dos municípios citados acima disponibilizam não estão nada satisfeitos. Por meio das redes sociais os estudantes denunciam a situação precária do serviço oferecido.Foto 1: Alunos da cidade de Mari.Segundo relatou a universitária Marcela Monteiro em seu perfil no Facebook, ela foi "obrigada" a fazer o trajeto de ida e volta para João Pessoa, dividindo a poltrona com outros dois colegas. Não há acentos disponível para a demanda. A universitária revelou que a secretária de educação foi procurada e não conseguiu uma solução para o problema. Foto 2: Alunos da cidade de Sapé.Na cidade de Sapé, cerca de 20 alunos são transportados em pé todas as noites, no ônibus que os levam para a IESP Faculdade. Conforme escreveu nas redes sociais Quelfn Antônio ao esplanar o problema. "Risco de quedas e de se machucarem, sem contar co…