Pular para o conteúdo principal

Símbolo sexual dos anos 80, ex-modelo está internada com esquizofrenia

Símbolo sexual dos anos 80, ex-modelo está internada com esquizofrenia

Símbolo sexual dos anos 1980, a ex-modelo Josi Campos está internada com esquizofrenia há mais de uma década em uma clínica de repouso em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Reprodução/TV Record

Josi foi resgatada pela mulher do ex-namorado

Josi morava em uma cobertura na zona sul do Rio de Janeiro, namorou o humorista Chico Anysio e o cineasta Ruy Guerra, foi eleita a "Garota de Ipanema", em 1987, e posou para a capa da revista Playboy. A ex-modelo, no entanto, entrou em depressão e chegou a pesar 34 quilos.

"Acho que [fiquei] dois anos [perambulando] pelas ruas, mas dormia no [meu] apartamento [sem luz]", disse ela, em entrevista ao "Domingo Show", da TV Record. "Rasgava as minhas roupas. Não tinha vontade de receber amigos [em casa]. Não sei o motivo que me levou a esse ponto, foi de repente", completou.

Em 2004, uma equipe do jornal Extra encontrou Josi, magra e desnorteada, andando pelas ruas da zona sul do Rio, e descobriu que se tratava de uma ex-modelo e uma celebridade dos anos 1980. A imagem foi publicada com destaque pelo veículo.

No Rio Grande do Sul, o filho de um ex-namorado de Josi abriu o jornal e identificou o primeiro amor do pai. Foi aí que entrou Vera Ceroni, mulher do ex-namorado de Josi.

Ela saiu de Porto Alegre e foi até o Rio de Janeiro, resgatou Josi e a levou para a sua clínica no Sul. "Ela escolheu entre o amor e a carreira: preferiu ser famosa e pagou caro por isso. Mas uma coisa estava escrito, que de uma maneira ou de outra, ela terminaria ao lado do meu marido, só que estou junto, nós três", disse ela.  Para Vera, Josi teve o mundo aos pés, adquiriu fama, teve muito dinheiro e joias, mas lhe faltou uma coisa. "Faltou amor, faltou família", afirmou.

Da Redação
Via: UOL

As Mais Visitadas

Vergonha do que fizeram com Fábio Assunção

(Ou, sobre empatia, compaixão, solidariedade). (Fabrício Carpinejar)Fiquei chocado com os vídeos do ator Fábio Assunção estirado no chão e preso em viatura em Arcoverde (PE). Pasmo não por aquilo que ele fez, fora de si, mas pelo deboche de todos à volta, sóbrio e serenos, com consciência para ajudar e que não demonstraram nenhum interesse para socorrer e amparar alguém claramente necessitado e com dificuldades de se manter em pé e articular um raciocínio lógico. Em vez de ajudar, ridicularizavam o profissional em uma fase difícil da vida e apenas aumentavam a sua agressividade. Quem aqui já não bebeu além da conta e falou bobagem? Atiçar um bêbado é armar um circo de horrores, é se divertir com o sofrimento alheio, é renunciar à educação pelo bullying anônimo e selvagem de massa. Onde está a compaixão do país? O que identifico é que torcemos pela queda de nossos heróis, pelo fim de exemplos. Odiamos silenciosamente aquele que alcança o sucesso. E permanecemos à espreita, como urubus …

Mari e Sapé na PB; universitários revelam situação do transporte municipal para as faculdades

Revista Páginas - Universitários da cidade de Mari e Sapé, ambos localizados na zona da mata da Paraíba, que necessitam utilizar os ônibus que as prefeituras dos municípios citados acima disponibilizam não estão nada satisfeitos. Por meio das redes sociais os estudantes denunciam a situação precária do serviço oferecido.Foto 1: Alunos da cidade de Mari.Segundo relatou a universitária Marcela Monteiro em seu perfil no Facebook, ela foi "obrigada" a fazer o trajeto de ida e volta para João Pessoa, dividindo a poltrona com outros dois colegas. Não há acentos disponível para a demanda. A universitária revelou que a secretária de educação foi procurada e não conseguiu uma solução para o problema. Foto 2: Alunos da cidade de Sapé.Na cidade de Sapé, cerca de 20 alunos são transportados em pé todas as noites, no ônibus que os levam para a IESP Faculdade. Conforme escreveu nas redes sociais Quelfn Antônio ao esplanar o problema. "Risco de quedas e de se machucarem, sem contar co…

De volta ao Brasil colonial (4)

(Fragmento do artigo de João Sicsú   disponível no site da CartaCapital)"Mais que o governo, o Estado se torna autoritário e violento. Todas as instituições que outrora deveriam constituir uma república democrática se voltam contra os trabalhadores. A Justiça, o governo, o Congresso, as polícias e os grandes meios de comunicação estarão todos a serviço da nova Coroa e contra os trabalhadores. Os cargos de comando nessas instituições são ocupados majoritariamente por integrantes de famílias tradicionais e conservadoras da elite local. E essa elite se desdobra para favorecer a nova Coroa e seus próprios interesses (de poder e patrimoniais).A elite colonizada se revela sem qualquer discrição: rouba, forma quadrilhas, paga e recebe propina, não atende necessidades básicas da população, saqueia o orçamento público e elimina direitos sociais. O Estado democrático, prestador de serviços e garantidor do bem-estar social desaparece. O Estado volta a ser autoritário, violento e perde a fu…