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Em Mari, artesão faz miniaturas com recicláveis


O artesão aproveitas velhos discos de vinil e os transforma em obras de arte. Foto: Marcos Correia Targino

Sua rotina é bastante simples: levanta cedo e logo às sete horas já está a postos para começar sua jornada. Jadiel Andrade, Diel, como o chamam, é balconista. Vende pregos, cimento, fios, vassouras, baldes. Vende e faz também a entrega, em diversos pontos da cidade de Mari, no agreste paraibano, distante 68 quilômetros de João Pessoa.

Quem é atendido por Diel nem sempre sabe que está diante de um grande artesão. Nas horas vagas e nos finais de semana, ele emprega seu tempo fazendo algo que gosta ainda mais: artesanato.

Diel utiliza materiais recicláveis para fazer miniaturas de bicicletas, panelas de pressão, motos e pequenos insetos como formigas e escorpiões. São lindas.

“Comecei muito por acaso. Fazia por brincadeira. Nem sabia que iria avançar tanto, Gostei e fiz outras peças”, afirma Jadiel Andrade. Ele diz que passou a mostrar a alguns amigos que passaram a estimular para que ele fizesse mais.

Jadiel faz suas peças com restos de arame, talheres sem uso, sobras de fios utilizados para enrolar cadeira de balanço. Com discos de vinil vazados, também sem aparente utilidade, ele imprime gravuras de signos do zodíaco e de artistas famosos. “As pessoas pedem muito que eu faça com John Lennon. É o preferido”.

Com o mesmo material ele faz relógios de parede, os quais, informa, são muito procurados.

Ele lamenta que ainda não é possível sobreviver com o fruto de sua arte. “Eu estou apenas começando. Quero mostrar mais da minha arte e quem sabe um dia eu não precise fazer outro tipo de trabalho,” afirma.

Essa semana Jadel, juntamente como outros artistas, recebeu uma medalha de honra ao mérito, conferida pela Escola Epitácio Dantas, em Mari, sua terra natal. “Eu me senti muito alegre. Muita gente ainda não sabe que faço esses trabalhos e a divulgação vai ajudar muito”, comentou.

Diel é um grande artista e tenho certeza que ele vai crescer bastante. Sua obra é diversificada e sei que ele  vai alçar novos vôos. A opinião é da professora Penha Lima, supervisora do Epitácio Dantas, idealizadora da homenagem feita aos artistas.

De onde vem a inspiração? Diel disse que Isso não tem escola não, é da vontade que vem da alma. O resto foi desenvolvendo no automático do meu ser. Uma vontade de ver a diferenciação, de mergulhar em outros espaços, que não fossem conhecidos pelas pessoas. Eu sempre acreditei em universos diferentes. Ai eu me apaixonei pela formas, pelas cores. Diel, artesão. Mariense.

Confira galeria com obras do artista. As fotos são de Marcos Correia Targino.


Da Redação
Via: Nordeste1

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