Pular para o conteúdo principal

Matador acusado de dez assassinatos no Litoral da Paraíba é preso


‘Cara de Prato’, 20, foi capturado em cumprimento a três mandados de prisão

A Polícia Militar da Paraíba prendeu na manhã desta segunda-feira (28) no Litoral Sul do Estado um homem procurado pela autoria de diversos homicídios na região. Gercildo Bernardino da Silva Júnior, conhecido como ‘Cara de Prato’, 20, foi capturado em cumprimento a três mandados de prisão em aberto, no distrito de Acaú, município de Pitimbu.

De acordo com o capitão Kelton Pontes, comandante da 1ª Companhia Independente da Polícia Militar, Gercildo era componente da quadrilha chefiada por Samuel Mariano da Silva, 35, o Samuca, preso no início deste ano. “Estávamos pelo menos há 30 dias diligenciando, a fim de realizar essa prisão. Ontem recebemos a informação de que Cara de Prato estava em Acaú, na casa de sua companheira, e fizemos a operação”, explicou o capitão, acrescentando que as Polícias Civil e Militar acreditam que Gercildo tenha envolvimento direto ou indireto em pelo menos dez homicídios registrados no Litoral Sul da Paraíba, sendo dois em Alhandra e oito em Pitimbu.

O homem foi conduzido à delegacia de Alhandra e deve seguir ainda hoje para a Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega (Roer), em João Pessoa.

Prisão de Samuca – A prisão do assentado Samuel Mariano da Silva, 35 anos, o Samuca, aconteceu no dia 2 de janeiro de 2015 na cidade de Igarassu, Pernambuco, depois de uma ação integrada da Polícia Civil, entre o Grupo Tático Especial (GTE) da 6ª Delegacia Seccional e a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da Capital.

Segundo a polícia paraibana, ele foi responsável por homicídios, assaltos e tráfico de drogas no Litoral Sul, e também comandava uma organização criminosa com mais de 40 componentes no assentamento Nova Vida, em Pitimbu. Samuca está recolhido no PB1, em João Pessoa.

Da Redação
Via: Redação News

Comentários

As Mais Visitadas

Vergonha do que fizeram com Fábio Assunção

(Ou, sobre empatia, compaixão, solidariedade). ( Fabrício Carpinejar ) Fiquei chocado com os vídeos do ator Fábio Assunção estirado no chão e preso em viatura em Arcoverde (PE). Pasmo não por aquilo que ele fez, fora de si, mas pelo deboche de todos à volta, sóbrio e serenos, com consciência para ajudar e que não demonstraram nenhum interesse para socorrer e amparar alguém claramente necessitado e com dificuldades de se manter em pé e articular um raciocínio lógico. Em vez de ajudar, ridicularizavam o profissional em uma fase difícil da vida e apenas aumentavam a sua agressividade. Quem aqui já não bebeu além da conta e falou bobagem? Atiçar um bêbado é armar um circo de horrores, é se divertir com o sofrimento alheio, é renunciar à educação pelo bullying anônimo e selvagem de massa. Onde está a compaixão do país? O que ident...

Vereador mariense, rebate acusações e mostra comportamento cauteloso em entrevista na Araça FM

O vereador da cidade de Mari na PB, Adriano Cândido, popularmente conhecido como Bonito, esteve hoje (24), no programa Liberdade de Expressão da rádio comunitária Araça FM, rebatendo acusações feita pelo secretário de Cultura do município e ex-colega de partido, Assis Firmino. O vereador Bonito, que recentemente filiou - se ao PMB, sofreu esta semana um verdadeiro bombardeio de críticas partidas de Assis Firmino, uma delas sobre a saída do parlamentar do partido, comandado por Assis, na cidade o PV. Segundo o próprio, Assis, o parlamentar não teria dado nenhuma satisfação de sua saída, gerando um desconforto interno. Na entrevista o parlamentar justificou que procurou Assis Firmino para informar a sua saída e que depois de muitas tentativas de ligações, todas recusadas, tomou a decisão de se desligar do partido sem avisar oficialmente a Assis Firmino. Durante toda entrevista, mesmo reb...

Super Sam: a crítica social em Chapolin Colorado, em 1973

Além de satirizar os heróis norte-americanos, Chapolin trazia uma grande crítica social da América Latina. Afinal, ele era um herói “sem dinheiro, sem recursos, sem inventos sensacionais, fraco e tonto”, nas palavras do seu próprio criador. Mas por outro lado, mesmo sendo um grande covarde, o Chapolin também é valente por ser capaz de superar seu medo para ajudar a quem precisa. No seriado, a hegemonia dos países industrializados no mundo subdesenvolvido é simbolizada por meio de Super Sam, interpretado por Ramón Valdéz. O personagem é o paradigma do poderio norte-americano: uniforme semelhante ao do Superman, com direito ao famoso símbolo no peito do traje azul, e cartola com as cores da bandeira estadunidense. Como nunca fora chamado para ajudar alguém, suas aparições na série eram fruto da intromissão nas ações do Chapolin. Enquanto o heró...