Pular para o conteúdo principal

Onde está o dinheiro? Prefeitura de Sapé/PB, atrasa obra e não explica como foi gasto tanto dinheiro

Onde está o dinheiro? É a pergunta que todos Sapeenses gostaria de fazer ao atual prefeito do município, Roberto Feliciano, em relação aos gastos com a reforma do Hospital Sá Andrade, que já  ultrapassou pouco mais de 1 ano e quatro meses, o prazo previsto para entrega da obra, e que segundo informações do (SAGRES), já se foram gastos até agosto de 2015, o equivalente à 800 mil reais. O problema que os 800 mil reais gasto até agosto de 2015, parece não ter sido o suficiente, pois a situação de calamidade nas instalações do Sá Andrade, são visíveis, como mostra as fotos publicadas pelo vereador Jojó, em sua rede social.
O palarmentar dos Democratas, explicou que "Há quase três anos o Governo do Estado, mandou para Prefeitura de Sapé, quase 1,2 milhão reais, para reforma e ampliação do Hospital Sá Andrade".
Na visão de Jojó, desde agosto de 2014 prazo previsto para entrega da obra, a população de Sapé, Mari e Riachão do Poço, estão sendo prejudicadas com a situação das instalações precárias do Hospital Sá Andrade.
O palarmentar, esteve visitando na última sexta-feira, as instalações do Hospital, e constatou um cenário nada agradável, Jojó, explicou que "não precisa ser um especialista no assunto para se ter uma noção que os gastos já realizados não batem com o que foi "reformado". O vereador Jojó, irá acionar os órgãos competentes, caso a prefeitura não tome uma providência imediata.

Da Redação
Revista Páginas

Veja as fotos publicadas pelo vereador Jojó em sua rede social.

As Mais Visitadas

Vergonha do que fizeram com Fábio Assunção

(Ou, sobre empatia, compaixão, solidariedade). (Fabrício Carpinejar)Fiquei chocado com os vídeos do ator Fábio Assunção estirado no chão e preso em viatura em Arcoverde (PE). Pasmo não por aquilo que ele fez, fora de si, mas pelo deboche de todos à volta, sóbrio e serenos, com consciência para ajudar e que não demonstraram nenhum interesse para socorrer e amparar alguém claramente necessitado e com dificuldades de se manter em pé e articular um raciocínio lógico. Em vez de ajudar, ridicularizavam o profissional em uma fase difícil da vida e apenas aumentavam a sua agressividade. Quem aqui já não bebeu além da conta e falou bobagem? Atiçar um bêbado é armar um circo de horrores, é se divertir com o sofrimento alheio, é renunciar à educação pelo bullying anônimo e selvagem de massa. Onde está a compaixão do país? O que identifico é que torcemos pela queda de nossos heróis, pelo fim de exemplos. Odiamos silenciosamente aquele que alcança o sucesso. E permanecemos à espreita, como urubus …

Mari e Sapé na PB; universitários revelam situação do transporte municipal para as faculdades

Revista Páginas - Universitários da cidade de Mari e Sapé, ambos localizados na zona da mata da Paraíba, que necessitam utilizar os ônibus que as prefeituras dos municípios citados acima disponibilizam não estão nada satisfeitos. Por meio das redes sociais os estudantes denunciam a situação precária do serviço oferecido.Foto 1: Alunos da cidade de Mari.Segundo relatou a universitária Marcela Monteiro em seu perfil no Facebook, ela foi "obrigada" a fazer o trajeto de ida e volta para João Pessoa, dividindo a poltrona com outros dois colegas. Não há acentos disponível para a demanda. A universitária revelou que a secretária de educação foi procurada e não conseguiu uma solução para o problema. Foto 2: Alunos da cidade de Sapé.Na cidade de Sapé, cerca de 20 alunos são transportados em pé todas as noites, no ônibus que os levam para a IESP Faculdade. Conforme escreveu nas redes sociais Quelfn Antônio ao esplanar o problema. "Risco de quedas e de se machucarem, sem contar co…

De volta ao Brasil colonial (4)

(Fragmento do artigo de João Sicsú   disponível no site da CartaCapital)"Mais que o governo, o Estado se torna autoritário e violento. Todas as instituições que outrora deveriam constituir uma república democrática se voltam contra os trabalhadores. A Justiça, o governo, o Congresso, as polícias e os grandes meios de comunicação estarão todos a serviço da nova Coroa e contra os trabalhadores. Os cargos de comando nessas instituições são ocupados majoritariamente por integrantes de famílias tradicionais e conservadoras da elite local. E essa elite se desdobra para favorecer a nova Coroa e seus próprios interesses (de poder e patrimoniais).A elite colonizada se revela sem qualquer discrição: rouba, forma quadrilhas, paga e recebe propina, não atende necessidades básicas da população, saqueia o orçamento público e elimina direitos sociais. O Estado democrático, prestador de serviços e garantidor do bem-estar social desaparece. O Estado volta a ser autoritário, violento e perde a fu…