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Renan Calheiros sofre derrota e senadores evitam manobra para votar pacote anticorrupção em regime de urgência

A toque de caixa, o Senado pode votar ainda nesta quarta (30) o pacote de medidas anticorrupção aprovado pela Câmara nesta madrugada.

Apenas algumas horas depois dos deputados desfigurarem o texto enviado pelo Ministério Público, com inclusão de diversas emendas no plenário, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), decidiu tentar bancar a aprovação do texto na Casa o quanto antes.

Mais cedo, ele havia dado indícios de que não levaria a proposta adiante. Concordou com as modificações feitas pelos deputados no pacote, que sempre criticou. Afirmou, contudo, que a colocaria para tramitar normalmente, passando pelas comissões da Casa.

Essa era, inclusive, a posição oficial da maioria dos senadores, que foram pegos de surpresa no plenário, por volta das 19h desta quarta, quando o presidente leu um requerimento para levar à votação ainda esta noite. Senadores debatem em plenário se votarão ou não o projeto.

O documento foi assinado pelas lideranças do PMDB, PSD e PTC.

A reação se deu após as manifestações dos procuradores, que criticaram a votação da Câmara e chegaram a afirmar que deixariam a Lava Jato caso as medidas fossem sancionadas.

Logo em seguida, Renan deu nova declaração, visivelmente irritado. Disse que a votação do pacote "é uma decisão sobre a qual não pode haver pressão externa" e que "não se pode fazer cadeia nacional para pressionar por nada que absolutamente conteste, esvazie o estado democrático de direito".

Folha de S.Paulo

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