Pular para o conteúdo principal

Se o Brasil fosse um país sério, Temer já teria renunciado, afirma colunista da Folha de S.Paulo

Se o Brasil fosse um país sério, Temer já teria renunciado", afirmou o colunista da Folha Clóvis Rossi em debate na "TV Folha" nesta quarta (7). Também participaram da discussão o diretor da sucursal de Brasília, Leandro Colon, e o repórter Flavio Ferreira.

De acordo com Rossi, "não há como ter um governo com a mínima legitimidade nestas circunstâncias. A situação é de pântano". Para o colunista, "se Temer for absolvido no TSE, haverá depois o julgamento no STF. Ou seja, ele vai continuar encurralado".

O julgamento no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deve se estender até sexta (9) ou sábado (10). Segundo Colon, a sessão desta quarta no TSE dá sinais de que os ministros da corte irão "salvar Temer".

"O momento é propício para soluções jurídicas pouco convencionais", afirmou Flávio Ferreira. "A corte eleitoral é mais suscetível a inovações que a Justiça comum. Podemos ter surpresas pela frente."

Ferreira também chamou a atenção para o "funcionamento eficaz da Justiça". "Temos um juiz [Sérgio Moro] que não se curva às manobras dos advogados. As pessoas têm percebido que a Justiça pode ser efetiva e dura. E sendo dura, pode ser questionada", disse o repórter.

Comentários

As Mais Visitadas

O Palácio do Planalto nega que o presidente Michel Temer tenha se envolvido em qualquer irregularidade

Em nota divulgada há pouco, o governo afirma que o peemedebista jamais participou ou autorizou qualquer movimento para evitar delações ou colaborações do deputado cassado Eduardo Cunha com a Justiça. Informações publicadas hoje na internet pelo jornal O Globo apontam que o dono da JBS, Joesley Batista, teria gravado uma conversa na qual Temer concorda com a compra do silêncio do ex-parlamentar. Segue a íntegra da nota: O presidente Michel Temer jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar. O encontro com o empresário Joesley Batista ocorreu no começo de março, no Palácio do Jaburu, mas não houve no diálogo nada que comprometesse a conduta do presidente da República. O presidente defende ampla e prof...

Ao explicar R$ 200 mil da JBS, Bolsonaro admite que PP recebeu propina: "qual partido não recebe?"

Na “Consulta aos Doadores e Fornecedores de Campanha de Candidatos” no Tribunal Superior Eleitoral, dados dão conta de que o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) recebeu R$ 200 mil do grupo JBS durante sua campanha de 2014. Os dados mostram também que o deputado teria encaminhado o dinheiro como doação ao seu partido, que na época era o PP. Em participação no Jornal da Manhã desta terça-feira (23), o deputado explicou o ocorrido e deixou claro, apesar de não ser sua intenção, que o dinheiro não foi devolvido à Friboi, mas sim ao seu partido. “Começaram as eleições de 2014. Me liga o presidente do meu partido [Ciro Nogueira, na época] e diz que vai botar R$ 300 mil na minha conta. Disse que tudo bem, mas que colocasse R$ 200 mil na minha conta e R$ 100 mil na do meu filho. Quando vi o nome da Friboi, perguntei se queriam extornar. Falei que ia para a Câmara dos Deputado...

Fiscalização encontra baratas no Trauminha em João Pessoa

Em coletiva de imprensa concedida na manhã desta terça-feira (05), o diretor de fiscalização do Conselho Regional de Medicina da Paraíba, João Alberto, voltou a defender seu posicionamento de que o funcionamento do Ortotrauma de João Pessoa segue sendo um risco para o exercício da medicina. Segundo ele, a situação da unidade de saúde, gerida pela prefeitura municipal de João Pessoa, é preocupante, e se houvesse uma segunda opção na Capital, para atender a população, o Trauminha deveria ser fechado imediatamente. “Se houvesse outro hospital que pudesse dar suporte aos pacientes, eu não tenho a menor dúvida de que o Trauminha seria fechado, porque ele não tem condições de operar minimamente como hospital”, disse. A coletiva reuniu vários integrantes do CRM, entre eles o presidente, João Medeiros e ainda o presidente do Sindicato dos Médicos, Tarc...