Pular para o conteúdo principal

Caixa adere à terceirização de Temer e não fará mais concursos públicos


Com informações da assessoria:

A deputada federal Erika Kokay (PT-DF), funcionária da Caixa por 35 anos, criticou duramente, ontem (4/8), normativa do banco sobre trabalho temporário.

Efeito da reforma trabalhista e da terceirização irrestrita no serviço público, medidas de iniciativa do governo golpista de Michel Temer, a Caixa sinaliza que não realizará mais concursos públicos para a contratação de seus funcionários e funcionárias, nem mesmo para repor aqueles e aquelas que se desligaram nos planos de aposentadoria.

De acordo com a norma, os trabalhadores serão contratados por meio de empresas especializadas na prestação de serviços temporários para realizar as tarefas de técnico bancário e não terão nenhum vínculo empregatício com a Caixa.

A norma não estipula a quantidade de temporários que serão contratados, apenas define que o número de contratações dependerá da disponibilidade orçamentária e dos resultados esperados pelo gestor demandante, com base no que for determinado pela Gerência Nacional do Quadro de Pessoas e Remuneração (Geper).

“Estão destruindo os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras da Caixa, que são o maior patrimônio desta empresa. Uma empresa que é um instrumento estratégico imprescindível para construir um Brasil mais justo e soberano”, disse a parlamentar.

“Não podemos admitir que a Caixa terceirize suas atividades fim, contratando trabalhadores precarizados, com salários menores e piores condições de trabalho. Não podemos permitir que não haja mais o concurso público”, criticou.

A deputada adiantou que vai realizar uma audiência pública na Câmara Federal para que o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, possa dar explicações sobre os motivos de terceirizar as atividades fim do banco.

“Nós vamos resistir! Não toquem na Caixa, um banco que é patrimônio do povo brasileiro. Não desrespeitem seus trabalhadores e trabalhadoras”, finalizou Kokay.

Comentários

As Mais Visitadas

Vergonha do que fizeram com Fábio Assunção

(Ou, sobre empatia, compaixão, solidariedade). ( Fabrício Carpinejar ) Fiquei chocado com os vídeos do ator Fábio Assunção estirado no chão e preso em viatura em Arcoverde (PE). Pasmo não por aquilo que ele fez, fora de si, mas pelo deboche de todos à volta, sóbrio e serenos, com consciência para ajudar e que não demonstraram nenhum interesse para socorrer e amparar alguém claramente necessitado e com dificuldades de se manter em pé e articular um raciocínio lógico. Em vez de ajudar, ridicularizavam o profissional em uma fase difícil da vida e apenas aumentavam a sua agressividade. Quem aqui já não bebeu além da conta e falou bobagem? Atiçar um bêbado é armar um circo de horrores, é se divertir com o sofrimento alheio, é renunciar à educação pelo bullying anônimo e selvagem de massa. Onde está a compaixão do país? O que ident...

Fotos mostram o enfraquecimento do Hospital Sá Andrade da cidade de Sapé/PB

Duas fotos publicadas por uma página no Facebook intitulada de Sapé de Outrora, conhecida pelo resgate da história de Sapé/PB chamou atenção hoje (2) pelo relato em sua legenda. De forma pacífica e sensata, a página fez uma narrativa referindo-se ao enfraquecimento em seis décadas do Hospital Sá Andrade, localizado na cidade de Sapé, distante 55km de João Pessoa na Paraíba. No auge das imagens à narrativa levada na publicação, a página Sapé de Outrora diz o quanto o "tempo foi cruel com o hospital". Veja: ANTIGAS  CIRURGIAS REALIZADAS NAS DEPENDÊNCIAS DO   HOSPITAL SÁ  ANDRADE ANOS 50/60. Naquela época o Hospital Sá Andrade era equipado para fazer cirurgias, paradoxalmente com mais de 60 anos o nosso hospital hoje só faz pequenas intervenções  cirúrgicas e  curativos.  Resumindo nosso nosocômio regrediu drasticamente...(acervo Deborah Rocco) Da Redação Revista Páginas (Foto: Sapé de Outrora)

Mulher sequestrada após assalto aos Correios é encontrada; gerente segue desaparecido

Foi encontrada, na manhã desta terça-feira (29), a mulher sequestrada após assalto na agência dos Correios de Juarez Távora (Agreste paraibano, a 75 km de João Pessoa) nessa segunda-feira (28). O gerente da instituição, que também foi levado pelos bandidos, segue desaparecido. Segundo o comandante do 8º Batalhão da Polícia Militar, major Oscar Beuttenmüller, a mulher foi encontrada em uma escola na zona rural de Juripiranga. A vítima informou que ela, o gerente dos Correios e os bandidos passaram a noite no local. Ao amanhecer, os criminosos empreenderam uma nova fuga. Ela foi abandonada na escola, enquanto o gerente continuou refém do grupo. Ainda conforme o major, a mulher está bastante assustada e não apresenta sinais de agressão. Ela será levada para a delegacia de Polícia Civil para prestar depoimento. A polícia segue mobilizada e várias viaturas realizam buscas na regi...