Desde a fundação de Mari, antiga Araça, data de 1875, com a construção da rede ferroviária a mando do Imperador Dom Pedro II, entendia-se que o progresso era questão de tempo.
Depois de sua emanicipação política, o município viveu outros ares, e sua economia girando em torno principalmente da agricultura, pois o progresso estava se confirmando nas décadas de 60,70 e 80. Na década de 90 Mari, acompanhou o momento do país, que vivia o impeachment de Collor e em seguida o plano real de FHC.
No século XXI, Mari começa viver um verdadeiro drama em sua história, o fechamento do hospital Santa Cecilia. Desde o fechamento da maior unidade médica da cidade, não se têm mais registro de mariense nascidos na cidade.
Outro fato que retrata bem o momento, é a inércia do poder público, levando a um clima de " Deus nos acudas" com falta de serviço público, que inclusive são garantidos por lei aos cidadãos.
"Ponto firme da atual gestão, construção de um hospital de pequeno porte, pavimentação de vias, esses foram os principais investimentos que minimizam os problemas de parte da população".
"Ponto negativo da atual gestão, é a saúde que mesmo com os repasses do SUS, não consegue oferecer um serviço eficiênte".
Nos últimos anos Mari, perdeu o rótulo de cidade tranquila, onde todos gostariam de envelhecer, sua violência tomou conta dos quatro cantos da cidade, com assassinatos á luz do dia e, crimes sem respostas, o medo espalhou-se por cada esquina antes povoadas.
Mari hoje está sem ordem e, sem ordem não há progresso, mas o que fazer? Parece não existir uma solução para isso. A população mariense parece viver dentro de um sistema que não se importa com o rumo que as coisas tomam; os dominantes mandam e os dominados obedecem o que lhe propõe. Dominantes inoperante e dominados sem saída, esta talvez seja a única proposta para cidade neste século.
Prefeitura Municipal de Mari, desaponta, funcionários comissionados, e não paga o 13° Salário. Mesmo esses Sevidores públicos contribuindo com o INSS, e excedendo suas funções de maneira correta, a prefeitura municipal de Mari, não pagou o tão sonhado e merecido salário extra que é concedido por lei. A prefeitura pagou apenas aos efetivados, frustrando os que exercem os cargos comissionados no município. Alguns assessores informais do prefeito Marcos Martins, comemoram o fato do pagamento do 13° Salário, mas não informaram que parte dos funcionários do município ficaram sem receber. Tendo em vista que este mês de dezembro, a prefeitura recebeu mais de 3 milhões de repasses do Governo Federal, como consta na página do Banco do Brasil. Da Redação Revista Páginas / Aldoberg Silva
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