Pular para o conteúdo principal

Resposta: Vereador Dedé da Prefeitura, rebate críticas de presidente da Araça FM

Logo após ser criticado pelo presidente da rádio comunitária Araça FM da cidade de Mari (60km da capital João Pessoa/PB). O vereador Dedé da Prefeitura, responde o presidente da emissora por meio de nota, e rebate o que foi dito contra ele, conforme a matéria de ontem(26), do Blog Revista Páginas, que tinha o título "Você não serve para representar o povo".

Resposta:

COMUNICADOR SEVERINO RAMO INSISTE EM JOGAR O POVO CONTRA DEDÉ DA PREFEITURA MAS NÃO TEM COMPETÊNCIA PARA FALAR DE REPRESENTAÇÃO DO POVO

Venho mais uma vez aos amigos marienses me reportar à recente fala do senhor diretor, comunicador e presidente da rádio comunitária Araçá FM, quando o mesmo durante o programa “liberdade de expressão” deste dia 26 de janeiro, na ausência do que dizer e na ânsia de atingir o vereador Dedé da prefeitura tentando jogar a população mariense contra mim, afirmou que "não sirvo para representar o povo".
Ao senhor Severino Ramo só tenho a dizer que não só sirvo para representar nosso povo mariense como também tenho buscado através de meus requerimentos, melhorias e ações em prol de nosso povo, diferente do senhor comunicador que muito mal dá as caras na cidade de Mari, já que vive sua vida na Capital do estado e quando aparece tem se mostrado muito especialista em criticar os atos administrativos de seus opositores e desafetos, porém, revela tamanha incapacidade de dar o exemplo. No entanto, já que detém o dever de representação de algo que deveria ser realmente comunitário, que possa buscar dar o exemplo dentro da entidade araçá FM, pois o que muito a população tem visto na sua forma de comandar seus programas jornalísticos e a própria entidade talvez seja o que mais o senhor tem criticado em seus discursos hipócritas e cheios de demagogia. Quanto aos dados oficiais das ações e convênios da gestão municipal que o senhor insistir em distorcê-los, estarei sempre disposto a levar as informações verdadeiras diretamente aos ouvintes, já que não abrirei mão do meu direito de expressão em detrimento de seu interesse de esconder a verdade.

Um abraço do amigo suplente de vereador, mas que ESTÁ vereador, Dedé da prefeitura.

Da Redação
Revista Páginas

As Mais Visitadas

Vergonha do que fizeram com Fábio Assunção

(Ou, sobre empatia, compaixão, solidariedade). (Fabrício Carpinejar)Fiquei chocado com os vídeos do ator Fábio Assunção estirado no chão e preso em viatura em Arcoverde (PE). Pasmo não por aquilo que ele fez, fora de si, mas pelo deboche de todos à volta, sóbrio e serenos, com consciência para ajudar e que não demonstraram nenhum interesse para socorrer e amparar alguém claramente necessitado e com dificuldades de se manter em pé e articular um raciocínio lógico. Em vez de ajudar, ridicularizavam o profissional em uma fase difícil da vida e apenas aumentavam a sua agressividade. Quem aqui já não bebeu além da conta e falou bobagem? Atiçar um bêbado é armar um circo de horrores, é se divertir com o sofrimento alheio, é renunciar à educação pelo bullying anônimo e selvagem de massa. Onde está a compaixão do país? O que identifico é que torcemos pela queda de nossos heróis, pelo fim de exemplos. Odiamos silenciosamente aquele que alcança o sucesso. E permanecemos à espreita, como urubus …

Mari e Sapé na PB; universitários revelam situação do transporte municipal para as faculdades

Revista Páginas - Universitários da cidade de Mari e Sapé, ambos localizados na zona da mata da Paraíba, que necessitam utilizar os ônibus que as prefeituras dos municípios citados acima disponibilizam não estão nada satisfeitos. Por meio das redes sociais os estudantes denunciam a situação precária do serviço oferecido.Foto 1: Alunos da cidade de Mari.Segundo relatou a universitária Marcela Monteiro em seu perfil no Facebook, ela foi "obrigada" a fazer o trajeto de ida e volta para João Pessoa, dividindo a poltrona com outros dois colegas. Não há acentos disponível para a demanda. A universitária revelou que a secretária de educação foi procurada e não conseguiu uma solução para o problema. Foto 2: Alunos da cidade de Sapé.Na cidade de Sapé, cerca de 20 alunos são transportados em pé todas as noites, no ônibus que os levam para a IESP Faculdade. Conforme escreveu nas redes sociais Quelfn Antônio ao esplanar o problema. "Risco de quedas e de se machucarem, sem contar co…

De volta ao Brasil colonial (4)

(Fragmento do artigo de João Sicsú   disponível no site da CartaCapital)"Mais que o governo, o Estado se torna autoritário e violento. Todas as instituições que outrora deveriam constituir uma república democrática se voltam contra os trabalhadores. A Justiça, o governo, o Congresso, as polícias e os grandes meios de comunicação estarão todos a serviço da nova Coroa e contra os trabalhadores. Os cargos de comando nessas instituições são ocupados majoritariamente por integrantes de famílias tradicionais e conservadoras da elite local. E essa elite se desdobra para favorecer a nova Coroa e seus próprios interesses (de poder e patrimoniais).A elite colonizada se revela sem qualquer discrição: rouba, forma quadrilhas, paga e recebe propina, não atende necessidades básicas da população, saqueia o orçamento público e elimina direitos sociais. O Estado democrático, prestador de serviços e garantidor do bem-estar social desaparece. O Estado volta a ser autoritário, violento e perde a fu…