Pular para o conteúdo principal

Miss Gay Nordeste em JP acaba em confusão e briga por conta de resultado

Apesar do tumulto, Miss Gay Ceará foi coroada
O que seria uma festa glamourosa com brilho e diversão terminou em uma confusão generalizada durante a 8ª edição do Miss Nordeste Gay, realizada nesse domingo (8), em João Pessoa. Inconformada com o resultado, a miss gay Sergipe arrancou a peruca da miss gay Ceará e o caso precisou de intervenção da polícia. A Paraíba teve representante no concurso; veja vídeos abaixo.

Segundo o missólogo Hermanny Cruz, que foi um dos jurados, cinco candidatas dos estados do Rio Grande do Norte, Ceará, Sergipe, Piauí e Maranhão disputavam o título de mais bela do Nordeste quando a Mellany Madson, miss gay Sergipe, iniciou a briga no palco do teatro Lima Penante, quando era anunciado o resultado. 

“Quando a apresentadora do evento anunciava a vencedora – que foi a Ysis Lauanda (miss gay Ceará) - a miss gay Sergipe arrancou a peruca dela por não aceitar o resultado. Foi uma situação tensa e os seguranças agiram rápido”, falou o jurado.

Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram que a confusão foi além do palco, com discussão no camarim e nas dependências do teatro. Amigas das participantes entraram em confronto e os seguranças foram chamados para acalmar os ânimos.

Uma viatura da Polícia Militar esteve no local e a miss gay Sergipe teve que sair do evento escoltada, temendo ser linchada. O Portal Correio tentou contato com as misses e a organização do evento, mas até a publicação desta reportagem ninguém tinha atendido as ligações.

Apesar da confusão, Ysis Lauanda, miss gay Ceará, foi coroada como vencedora oficial do concurso.

Da Redação
Via: Portal Correio

As Mais Visitadas

Vergonha do que fizeram com Fábio Assunção

(Ou, sobre empatia, compaixão, solidariedade). (Fabrício Carpinejar)Fiquei chocado com os vídeos do ator Fábio Assunção estirado no chão e preso em viatura em Arcoverde (PE). Pasmo não por aquilo que ele fez, fora de si, mas pelo deboche de todos à volta, sóbrio e serenos, com consciência para ajudar e que não demonstraram nenhum interesse para socorrer e amparar alguém claramente necessitado e com dificuldades de se manter em pé e articular um raciocínio lógico. Em vez de ajudar, ridicularizavam o profissional em uma fase difícil da vida e apenas aumentavam a sua agressividade. Quem aqui já não bebeu além da conta e falou bobagem? Atiçar um bêbado é armar um circo de horrores, é se divertir com o sofrimento alheio, é renunciar à educação pelo bullying anônimo e selvagem de massa. Onde está a compaixão do país? O que identifico é que torcemos pela queda de nossos heróis, pelo fim de exemplos. Odiamos silenciosamente aquele que alcança o sucesso. E permanecemos à espreita, como urubus …

De volta ao Brasil colonial (4)

(Fragmento do artigo de João Sicsú   disponível no site da CartaCapital)"Mais que o governo, o Estado se torna autoritário e violento. Todas as instituições que outrora deveriam constituir uma república democrática se voltam contra os trabalhadores. A Justiça, o governo, o Congresso, as polícias e os grandes meios de comunicação estarão todos a serviço da nova Coroa e contra os trabalhadores. Os cargos de comando nessas instituições são ocupados majoritariamente por integrantes de famílias tradicionais e conservadoras da elite local. E essa elite se desdobra para favorecer a nova Coroa e seus próprios interesses (de poder e patrimoniais).A elite colonizada se revela sem qualquer discrição: rouba, forma quadrilhas, paga e recebe propina, não atende necessidades básicas da população, saqueia o orçamento público e elimina direitos sociais. O Estado democrático, prestador de serviços e garantidor do bem-estar social desaparece. O Estado volta a ser autoritário, violento e perde a fu…

Mari e Sapé na PB; universitários revelam situação do transporte municipal para as faculdades

Revista Páginas - Universitários da cidade de Mari e Sapé, ambos localizados na zona da mata da Paraíba, que necessitam utilizar os ônibus que as prefeituras dos municípios citados acima disponibilizam não estão nada satisfeitos. Por meio das redes sociais os estudantes denunciam a situação precária do serviço oferecido.Foto 1: Alunos da cidade de Mari.Segundo relatou a universitária Marcela Monteiro em seu perfil no Facebook, ela foi "obrigada" a fazer o trajeto de ida e volta para João Pessoa, dividindo a poltrona com outros dois colegas. Não há acentos disponível para a demanda. A universitária revelou que a secretária de educação foi procurada e não conseguiu uma solução para o problema. Foto 2: Alunos da cidade de Sapé.Na cidade de Sapé, cerca de 20 alunos são transportados em pé todas as noites, no ônibus que os levam para a IESP Faculdade. Conforme escreveu nas redes sociais Quelfn Antônio ao esplanar o problema. "Risco de quedas e de se machucarem, sem contar co…